HITS PMS é apontado entre os sistemas mais preparados do Brasil para a era da inteligência artificial

1 de setembro de 2026 | Na mídia

Análise publicada no Hotelier News avalia mais de 30 PMS e coloca o sistema da APP Sistemas na chamada “Zona Quântica” da tecnologia hoteleira

O HITS PMS, da APP Sistemas, está entre os sistemas de gestão hoteleira mais preparados do Brasil para acompanhar a evolução da inteligência artificial. A avaliação é de Paulo Salvador, consultor e especialista em transformação de negócios, em análise publicada recentemente pelo Hotelier News.

No artigo “O salto quântico que a IA está cobrando dos PMS e dos hotéis”, Salvador avalia mais de 30 marcas de PMS e analisa o estágio tecnológico das plataformas diante das mudanças provocadas pela inteligência artificial. O especialista organiza os sistemas em diferentes zonas de maturidade e coloca o HITS na chamada “Zona Quântica”, ao lado do Opera Cloud, da Oracle.

A classificação chama atenção porque desloca o debate sobre os sistemas de gestão hoteleira. Durante anos, a escolha de um PMS esteve concentrada principalmente em funcionalidades, capacidade operacional e quantidade de integrações. Com a chegada da inteligência artificial, porém, a arquitetura tecnológica passa a ter um peso cada vez maior.

A pergunta começa a mudar: não basta saber o que um PMS faz hoje. É preciso entender o quanto ele está preparado para incorporar as tecnologias que ainda estão chegando.

Segundo Salvador, a inteligência artificial está elevando o nível de exigência sobre os sistemas que sustentam a operação dos hotéis. A questão não está simplesmente em adicionar uma ferramenta de IA a um PMS existente, mas na capacidade da própria plataforma de trabalhar com dados, integrações e novas tecnologias de maneira estruturada e evolutiva.

“No Brasil, apenas Opera Cloud (da Oracle) e HITS (da APP Sistemas) parecem estar habilitados para esse salto quântico”, aponta.

A análise coloca o HITS PMS em uma discussão que vai além da comparação entre funcionalidades. O ponto central passa a ser a infraestrutura que existe por trás do sistema e sua capacidade de acompanhar a velocidade de transformação tecnológica.


Foto: Cláudio Azevedo, CEO da APP Sistemas, em evento de apresentação do HITS PMS

A preparação começa na arquitetura

Foi justamente esse aspecto que Cláudio Azevedo, CEO da APP Sistemas, abordou em artigo publicado em 27 de agosto, dois dias após a análise de Salvador. Em “O futuro da hotelaria começa pelo PMS”, Azevedo explica que estar preparado para a inteligência artificial não significa simplesmente incorporar uma ferramenta de IA ao sistema.

Para ele, um PMS preparado para essa nova realidade precisa ter uma arquitetura capaz de trabalhar com dados, APIs e integrações de forma aberta e evolutiva. A razão é simples: ninguém sabe exatamente quais modelos de inteligência artificial ou quais aplicações serão predominantes daqui a alguns anos.

A tecnologia, portanto, precisa ser preparada não apenas para o que já existe, mas para aquilo que ainda será desenvolvido.

Essa perspectiva muda também a maneira como um hotel deve avaliar seu PMS.

Se antes a pergunta era “quantas funcionalidades o sistema oferece?”, e depois passou a ser “com quantos sistemas ele consegue se integrar?”, uma nova questão começa a ganhar relevância: “o quanto esse PMS está preparado para a inteligência artificial?”

O motivo está na própria posição que o PMS ocupa dentro da operação. Reservas, disponibilidade, tarifas, ocupação, hóspedes, receitas e diversas outras informações passam diariamente pelo sistema. Esses dados representam uma das principais matérias-primas para aplicações de análise e inteligência artificial.

Quanto mais estruturada for essa base e mais preparada estiver a plataforma para disponibilizá-la de maneira segura e conectada, maior será o potencial de transformar dados operacionais em inteligência para a gestão.

É nesse cenário que tecnologias como o MCP (Model Context Protocol) também ganham espaço. O protocolo permite estabelecer uma conexão estruturada entre modelos de inteligência artificial e sistemas que concentram dados e processos, ampliando as possibilidades de utilização dessas informações por diferentes aplicações. Salvador também destaca o MCP em sua análise sobre o futuro dos PMS.

No HITS, essa evolução já começou a ser aplicada em diferentes frentes.

A HIARA utiliza inteligência artificial para apoiar usuários no suporte e na operação, oferecendo respostas e orientações relacionadas às funcionalidades do HITS. O HIAGO, por sua vez, leva a inteligência artificial para a gestão hoteleira, permitindo consultar indicadores, realizar análises e transformar dados da operação em informações que podem apoiar a tomada de decisão.

Embora tenham objetivos diferentes, as duas aplicações partem de uma mesma estrutura: os dados gerados pela operação hoteleira podem ser utilizados de novas maneiras quando existe uma plataforma preparada para conectá-los às tecnologias de inteligência artificial.

O HITS foi desenvolvido pela APP Sistemas como uma plataforma 100% em nuvem, com uma arquitetura orientada à conectividade e à evolução contínua. Essa característica ganha uma nova dimensão diante do avanço da IA, porque reduz a dependência de uma tecnologia específica e permite que novas aplicações possam ser incorporadas à medida que o mercado evolui.

Na prática, isso significa que a preparação para a inteligência artificial não deve ser medida apenas pela existência de recursos de IA dentro do PMS. É preciso olhar para toda a estrutura: arquitetura, dados, APIs, integrações e capacidade de evolução.

Para os hotéis, essa mudança pode ter impacto direto em decisões de tecnologia que costumam ser tomadas pensando principalmente nas necessidades atuais da operação.

Um PMS pode atender perfeitamente às demandas de hoje e, ainda assim, apresentar limitações para as tecnologias de amanhã.

Por isso, a análise de Paulo Salvador coloca uma questão que tende a ganhar cada vez mais importância no mercado: a escolha de um PMS não deve considerar apenas o que o sistema entrega atualmente, mas também sua capacidade de acompanhar a transformação tecnológica da hotelaria.

O posicionamento do HITS na “Zona Quântica” representa, nesse contexto, uma avaliação externa sobre o estágio tecnológico da plataforma. Para a APP Sistemas, o reconhecimento reforça uma estratégia que vem sendo construída ao longo dos anos: desenvolver uma infraestrutura capaz de evoluir junto com as necessidades da hotelaria e com as tecnologias que surgem ao seu redor.

A inteligência artificial é apenas uma parte dessa transformação.

O próximo desafio será saber quais novas tecnologias virão depois dela e se os sistemas utilizados pelos hotéis estarão preparados para incorporá-las. É por isso que a discussão sobre o futuro da hotelaria começa a passar, cada vez mais, pelo PMS.

Seu PMS está preparado para a próxima geração da hotelaria?

A inteligência artificial está mudando a forma como os hotéis precisam pensar sua tecnologia. Conheça como o HITS PMS está preparado para essa transformação e converse com nosso time sobre os desafios da sua operação.

[Falar com o HITS]

Leia a análise completa de Paulo Salvador no Hotelier News: “O salto quântico que a IA está cobrando dos PMS e dos hotéis”.

Leia também o artigo de Cláudio Azevedo: “O futuro da hotelaria começa pelo PMS”.

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